Resenha Literária: Por Isso a Gente Acabou (★★)


 Sinopse:

   
    Min Green é uma menina apaixonada por cinema antigo que tem poucos amigos. Porém, um dia, ela conhece Ed Slaterton, o cocapitão do time de basquete, o cara mais popular da escola e também um cara com uma vasta lista de ex namoradas estupidamente bonitas e também populares. E sim, ele se apaixona por ela de volta.
    Logo começam a namorar porém, depois de uma relação amorosa muito intensa, eles acabam se separando.
    Min, cansada de tanto sofrer com a desilusão amorosa, resolve pegar vários objetos que representaram a relação deles e escrever uma carta escrevendo como aquela coisa interferiu em seu relacionamento, contando aos poucos o motivo por qual eles terminaram.


 Minha opinião:


    Vamos começar pelo fato de que Ed Slaterton é um completo idiota. É sério. E Minerva Green também não é nada inteligente, pois, se eu fosse ela, eu teria terminado com ele no mesmo dia que começou o relacionamento. Ou melhor, eu nem tentaria conhecê-lo.
    Eu não gostei muito pelo fato dos filmes imaginários, pois eu me prendi completamente a eles. Sim, eu morri de vontade assistir todos, pois a temática deles é genial, e me frustrei quando notei que, assim como a história do livro, eles são fictícios.
    Acho que o que salvou o livro (e os motivos para eu dar estrelinhas para eles) são a irmã do Ed, e Al, o melhor amigo de Min. Pelo simples motivo que ambos sabiam que isso não ia dar certo. Al avisou ela diversas vezes, o que você vai descobrir o motivo mais no final. E a irmã dele, mesmo apoiando, parecia não admitir certas atitudes do garoto.
    Porém, uma coisa é estranha: eu não consigo detestar a senhorita Green. Ela é inteligente, bem humorada e divertida, porém também não consigo amá-la pois ela aguentou o escrúpulo do garoto.
   Contudo, eu ainda odeio, e vou continuar odiando Ed Slaterton. Ele não passa de um garoto machista ao extremo. Tanto que ele taxa Al apenas pelo fato de ele fazer bolo, e ainda se recusa a experimentar café com açúcar e creme extra apenas pelo fato de que ele acha que é "coisa de gay". Sério, Ed? Em que século você vive?

 Conclusões:


    Eu realmente não gostei muito do livro, e a coisa por qual vale a pena ler são Al e a irmã de Ed.
    Porém, de você gosta de meninos machistas, meninas estupidamente apaixonadas e términos dramáticos, esse é o livro pra você.

Resenha Literária: Percy Jackson e o Ladrão de Raios (★★★★★)



 Sinopse:


   Percy Jackson é um garoto com TDAH* que mora com a mãe e seu nojento e mal educado padrasto. E claro, ele tem que sobreviver na escola como qualquer pessoa de doze anos.
   Mas, um belo dia, ele descobre que a sua professora na verdade é uma galinha, seu outro professor é literalmente um cavalo centauro, seu melhor amigo é metade bode e seu pai é um deus. Porque, claro, isso acontece com qualquer pessoa normal, não é? Ironia.
   E, como se isso não bastasse, Zeus, o manda-chuva do Olimpo literalmente, resolve colocar no nosso pobre protagonista a culpa de roubarem seu raio-mestre, a fonte de todos os seus poderes.
   Junto com seu melhor amigo, que é um sátiro e uma filha sabichona de Atena, ele tem que salvar o mundo de uma bria entre os deuses e, ainda por cima, em um certo prazo para se cumprir.


 Minha opinião:


    "Você baba enquanto dorme". Essa cantada vai ficar pra sempre na minha cabeça.
    Definitivamente, esse livro é um dos mais enraçados que eu já li. Desde a lerdice do Percy até as falas da Annabeth e a alimentação um tanto quanto estranha de Grover,você morre de rir a cada página.
    E, claro, não é apenas um livro para diversão, como também é excelente para "estudar" mitologia grega. E, melhor ainda, você nem nota que está estudando. É realmente muito divertido e interessante.


 Conclusões:


    É um livro muito bom, intessante e, melhor ainda, para todas as idades. É realmente interessante a forma em que Rick Riordan, o autor do livro, retrata não só os doze anos de Percy, a sua "doença", a mitologia, e ainda mescla isso tudo com uma naturalidade espantosa.
    Realmente é um livro que vale a pena ler, não importa a sua idade.
    Faz jus às cinco estrelinhas, e é super merecido.

Resenha Literária: Ruby Redfort - Olhe nos meus olhos (★★★★★)



 Sinopse:


    Ruby Redfort é uma menina super dotada, que o maior passatempo é quebrar códigos. Aspirante a detetive, vive assistindo seu desenho animado favorito que é sobre, claro, um detetive-espião.
   Porém, o que ela não pensava era que, um dia, seu sonho ia se tornar real. Sim, ela foi aclamada para substituir uma falecida agente secreta. Sim, aos treze anos, Ruby se transformou em uma espiã cheia de bugigangas e uma vida dupla.
    Com a ajuda de seu melhor amigo, e um agente secreto de uma agência também secreta, obviamente disfarçado de mordomo da sua luxuosa casa construída por renomado arquiteto à pedido de sua mãe (uma socialite), a garota desvenda crimes e se mete em várias enrascadas envolvendo vilões malignos.


 Minha opinião:


    Esse livro faz jus às cinco estrelinhas. É sério.
    Primeiramente, o mistério é completamente envolvente. Sim, é um livro infantil, porém o suspense é tão agonizante que eu terminei o livro em menos de um dia. É é sério.
    Vamos começar pelo fato de que, nem em mil anos, eu pensei naquele final. E também tem aqueles códigos que Ruby e seu melhor amigo trocam o tempo todo. Será que eu preciso falar que demorei muito tempo para entender o que estava falando? Eu meio que empaquei, mas depois eu fui entender.
    E não vamos deixar a comédia de lado. Eu ri pacas com a mãe da Ruby e a fixação toda dela pelo Buda. E o pai da espiã também é pura comédia.
    Okay, eu admito que só li o livro por causa de "Charlie e Lola" (o desenho por qual sou apaixonada), porém nunca pensei que realmente ia gostar tanto assim dele.


 Conclusão:


    O livro é ótimo e te prende totalmente.
    Está recomendado para qualquer faixa indicativa.
    Simplesmente, a conclusão final é que não vale só a pena ler, como também reler para poder ver todos os fatos que você deixou pra trás.
    E sim, eu dou e sempre darei cinco estrelinhas para ele.

Resenha Literária: Deslembrança (★★★)

 

 Sinopse:


   London Lane é uma menina comum, a não ser por um pequeno problema: toda vez que ela encosta a cabeça no travesseiro para dormir, a mesma esquece de cada mínimo detalhe do que aconteceu no dia, restando apenas lembranças do futuro, coisas que estão por vir.
   Acostumada com isso, London recorre à bilhetes para si mesma e sua melhor amiga para lhe ajudarem a se lembrar das coisas.
   Porém, quando imagens perturbadoras começam a surgir em sua mente e a garota se vê forçada a escapar delas, fica claro que para entender o presente e o futuro, ela precisa decifrar o que ficou esquecido no passado.


 Minha opinião:

   
   A mitologia do livro é ótima. Sério. Não é aquela coisa que faz a personagem parecer uma Mary Sue*, porque ela tem um defeito, uma coisa que a impede de alcançar a perfeição. E, caso não tenha entendido, o defeito nos poderes de London é o fato de ela não poder lembrar de seu passado de forma clara.
   Uma coisa de extrema importância (na minha opinião) é que os personagens foram muito bem construídos. Porém eu não consegui me identificar muito com a London, porém eu não sei o motivo exato.
   Bem, o romance desse livro é bom, talvez muito bom. O suspense também não cai na qualidade, te mantendo atenta em todo o texto, e também querendo ler mais e mais. Ou seja, eu terminei esse livro na metade de um dia!
   Porém, uma coisa que eu não gostei nele e o fato de eu ter dado apenas três estrelinhas foi o motivo de que a autora tinha uma temática muito interessante em mãos, porém usou-a toda em apenas um livro curto. Na minha sincera opinião, daria uma boa saga, ou ao menos um livro maior, né?

 Conclusão:

   
   Sim, o livro é bom e vale a pena ler, porém se você for uma daquelas pessoa que se apega fácil nos personagens, é bem possível que você não aceite o final.
   Agora, se você é uma daquelas pessoas que gosta de poder pensar o que pode ter acontecido, é provável que você goste desse livro porque tem algumas pontas bem soltas no final.
   Mas, de qualquer forma, o motivo de eu não gostar muito desse livro é o fato de que o final deixa a desejar e eu sinto como se houvesse algo faltando.




*Mary Sue: personagem perfeita, sem nenhum defeito e/ou fraqueza.


Download:

(Link)

Resenha Literária: Diário da Princesa (★★★★)

  


  Sinopse:


   Mia Thermopolis é uma menina comum. Quer dizer, fora o fato de ela ter quase 1, 80 de altura, pés que mais parecem esquis e um cabelo em forma de triângulo.
   Porém, um dia, ela recebe uma visita do seu pai que a mesma quase não vê. Estranho não? E, como se isso não bastasse, ele chega com uma notícia arrebatadora: ela é a única herdeira do trono de Genóvia, um país pequeno localizado nas fronteiras da França.
   Claro, se já não bastasse o fato de que a sua mãe está em um relacionamento sério com o professor de Álgebra, a mesma matéria em que ela está levando pau.
   E, como quase todas as meninas de catorze anos, ela está gostando de um cara. Não um cara comum, é claro pois quase nada na sua vida é comum, e sim o cara mais popular da escola e namorado de sua arque-inimiga.

Minha opinião:


   O livro em si é engraçado. Sim, eu digo engraçado porque não é aquele livro que você se sente obrigado a terminar porque a tensão é muita, e sim pelo fato de que você acha engraçado, sabe? É como ler "Diário de um Banana", só que em uma versão um pouco mais madura e cheia de coisas que toda menina vai passar um dia. Quer dizer, tirando os bailes e o fato de, de um dia para o outro, se tornar uma princesa. Ou não.
    O que eu quero dizer é que Meg Cabot consegue sim mesclar os típicos dramas adolescentes com os deveres reais que Mia tanto detesta da forma mais engraçada possível.
    Mas é sério, se você ainda não assistiu o filme, vai se surpreender muito e de certa forma aprender que nada é um conto de fadas (nem quando se é princesa de um país com cerca de 50.000 habitantes.)
    E outra coisa boa é que os personagens não mudam de personalidade uma hora para a outra. Na verdade, eles se mantem iguais até o final do livro. Até Mia! Acho que deve ser difícil manter a personalidade quando se descobre que é uma princesa de um pequeno país e que sua cara está estampada na maioria das revistas de fofoca.
    Acredite ou não, é super fácil se identificar com a Mia. Ela é a figura real de uma adolescente normal, só que no tempo livre ela usa uma tiara cheia de diamantes.

 Conclusões sobre o livro:

    Não se deixem levar pelo filme. É sério. Ambos são completamente diferentes. Começando pela a própria Mia. Porém, a mudança mais drástica foi a da avó, mais conhecida como Grandmère (ou Clarisse), que passou de uma velha ranzinza viciada em tabaco para uma gentil senhora de idade.
    Contudo, de forma alguma ele é ruim. Diria eu que é completamente diferente. Sim, é um livro bom, engraçado e divertido. Tanto que eu prefiro ele ao filme.
    Só que, para mim, ele é mais uma forma de passar o tempo, sabe? Algo que serve pra fazer você rir pra caramba. Ou seja, você quer continuar a ler mais 


Download

(Link)


up